Passeio: Fui no sábado ao Pátio do Colégio, centrão de São Paulo. Gostei muito porque, além de respirar a pura história de suas paredes (literalmente, porque existe uma parede preservada e envidraçada da primeira construção), lá, bem no meio de um jardim florido (pasmem!!!), também funciona um café com muitas opções para os visitantes. Vale á pena!
Filmes DVD: "O Cheiro do Ralo", com Selton Melo. Excelente! Mesmo com locações de baixo custo (e horríveis, diga-se de passagem), a atuação do Selton supera todas as expectativas. Em resumo: é um drama psicológico, onde o Selton interpreta um negociante sádico, que gosta de humilhar as pessoas que vão lhe vender alguma coisa. O ralo representa seus próprios pensamentos e ações. Só assistindo para saber.
"Alatriste": Peguei o filme por causa do ator Viggo Mortensen (o Aragon do Senhor dos Anéis), mas me decepcionei. Para quem gosta de filmes de época é um prato cheio. Eu, particularmente, não gostei. Mostra as guerras enfrentadas pelos espanhóis do século XVI, as ações da inquisição espanhola (brrrrr). Em resumo, o filme mescla romance, lealdade, traição... mas é aborrecido e dá sono...
"As Torres Gêmeas". É ideal para quem quer chorar... principalmente porque todo mundo sabe que é uma história
real de dois soldados sobreviventes da tragédia de 2001. Quem assina o filme é Oliver Stone que, cá entre nós, adora uma catástrofe. Mas, por ser focado em dois personagens, o filme tem lá os seus méritos. Preparem os lenços se forem locar!
Show: Como já puderam perceber, esse fim de semana tirei o atraso dos dias sem passeios e filmes. E, para fechar com chave douradíssima meu domingo, fui ao show do Iron Maiden! E foi sensacional! Na minha concepção, quando você assiste a um show e tem a impressão que está ouvindo o cd, com o bônus de ver os artistas de perto (como no caso do Iron), é porque os caras são
muito bons. Além do ritmo pesado de sólos de guitarras, baixo e bateria, há também o trabalho por trás das letras contundentes (que falam sobre a história da humanidade, guerras e toda confusão passada e presente), já que o Bruce Dickinson é historiador! Sei que não são todos que gostam de heavy, mas para quem curte, o Bruce prometeu repetir a dose no ano que vem.
Livro: Estou lendo "O Amor nos Tempos de Cólera"... ou pelo menos tentando. Não que a história seja desinteressante, é que a linguagem é pesada e muito rebuscada. Toooooo much for me!